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25.1.14
paredes vestidas
mesmo antes de casar, eu já sabia que queria quadros na minha nova casa.
da lua-de-mel, eu trouxe chocolates, canecas, livros sem linha, caneta tinteiro e quadros... (e meu marido é um santo...rs!).
claro que não foram só telas, porque não caberiam nas malas.
mas aquarelas, posters, retratos...
a arte é infinita.
queria que minhas paredes também fossem... :)
8.12.12
26.11.12
comprinhas :)
tive um ataque de mulherzinha ontem, e comprei dois livrinhos :)
bolos + chá (ou chocolate quente) + lareira acesa + cobertas + filme = inverno :) :) :)
bolos + chá (ou chocolate quente) + lareira acesa + cobertas + filme = inverno :) :) :)
5.9.12
no susto!
ele lança disco novo e eu fico sabendo assim, pelo twitter, através de uma matéria com uma semana de idade que me foi enviada por um comparsa das artes, só porque ele sabe que eu gosto...
obrigada, jayme!
não fora você, eu ainda estaria aqui, ouvindo liszt, debussy, e outras coisas registradas dos dedos do nelson. coisas velhas, coisas do passado!
que coisa perturbadora essa minha ignorância a esse novo cd!
só pode ser o fim do mundo!
só pode...
obrigada, jayme!
não fora você, eu ainda estaria aqui, ouvindo liszt, debussy, e outras coisas registradas dos dedos do nelson. coisas velhas, coisas do passado!
que coisa perturbadora essa minha ignorância a esse novo cd!
só pode ser o fim do mundo!
só pode...
9.8.12
um deles, "ostra feliz não faz pérola", traz uns pensamentos picados do rubem alves, sem muita linha, sem cronologia, sem muito polimento.
mas é bonito assim, na sua forma bruta.
sublinhei algumas, que foram lidas enquanto eu sobrevoava o atlântico:
"quem constrói uma casa faz um poema. por isso enchemos as casas de plantas, de quadros, de música, de livros (...)."
"a primavera é linda, cheia de cores, cios e odores. mas não me comove. não encontro nela lugar para a saudade. por isso lhe falta aquela gota de tristeza, que mora em toda obra de arte. (...) o outono é o ano que entardece".
"catar conchinhas... eis aí uma deliciosa brincadeira para quem deseja ser escritor. a alma é um grande mar que vai depositando conchinhas no pensamento. é preciso guardá-las. (...) o problema com os aprendizes é que eles pensam que literatura se faz com coisas importantes..."
"na minha solidão, dou-me conta de que existe uma outra Pessoa cuja alma se parece com a minha. fico grato porque tal Pessoa existe. minha solidão se transforma em comunhão."
2 da manhã, quase 3.
tchau.
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8.2.12
uma indicação que eu não indico
abri meu exemplar de março da revista gramophone, e ávidamente comecei a ler as matérias, as críticas, as indicações.
folheando e folheando, vi uma propaganda que ocupava uma folha inteira: lançamento do segundo disco da pianista simone dinnerstein, primeiro trabalho assinado pela sony classical. por isso o "fusuê".
na capa, vi que o álbum tinha nome.
raramente discos eruditos são entitulados.
"algo quase sendo dito" é o título, que eu achei pretencioso, mas se merecido, positivamente ousado.
mas sobre essa coisa de merecimento eu ainda não podia opinar.
a frase que me ganhou: "música de bach e schubert".
foi certeiro.
achei a combinação inteligente.
comprei o disco no amazon.
a pianista americana quer mesmo falar através das melodias de schubert e do contraponto genial de bach.
eu entendo o propósito, que é fazer o piano cantar; e consegue.
mas pra isso, ela se utiliza do rubato que somos ensinados a usar pra tocar chopin, schumann e mais alguns românticos.
não se usa o mesmo rubato em chopin e em schubert, muito menos em bach.
só clarificando, rubato é a flexibilidade rítmica dentro de um compasso ou frase musical. o rubato não permite que o intérprete altere o valor da nota, mas dá a permissão para o intérprete de "atrasar" ou "adiantar"certas células rítmicas de acordo com seus sentimentos e sua interpretação, é claro, mantendo-se fiel ao compositor o máximo possível.
ninguém suporta rubatos exagerados porque soam forçados e é exatamente isso que me incomoda nessa pianista.
nunca fui avessa às novidades musicais, mas tocar as semínimas da mão esquerda de bach em legato?? me poupe!! isso foi outra coisa que me incomodou...
tocá-las non legato, isto é, sem estarem ligadas é quase uma lei. pode-se agregar o caráter desejado; o intérprete até tem essa autonomia, mas pianista que é pianista não liga as semínimas em bach!
dei uma pesquisada adicional, e achei um "videoclip"que ela fez para divulgar esse novo disco, tocando o impromptu op. 90 n. 3 de schubert (muitas vezes já mencionado aqui no blog).
ela toca bem (tirando os rubatos que como já falei, acho exagerados pra se usar tocando schubert) e eu até pensei em postá-lo aqui, mas no fim das contas, não curti tanto o vídeo. pra quem quiser conferir, é só digitar o nome dela e o título do disco em inglês no youtube, exatamente como está na foto que coloquei.
o vídeo aparecerá.
na realidade, achei a proposta meio forçada...
mas isso é o meu gosto.
há quem goste.
em suma: sua técnica é impecável.
ela tem bom gosto em geral.
mas quer fazer de bach, que é barroquíssimo, um romântico do século XIX.
e quer fazer de schubert, que é um dos pioneiros do romantismo, um companheiro de rachmaninov, que já é neo-romântico, lá de meados do século XX.
inovação sim.
mas cada um no seu período.
barroco é barroco.
romântico é romântico.
bom pra aprender que nem tudo que reluz é ouro...rs!
3.1.12
audição de férias #1: arvo pärt
mas não.
melhor não.
disco ouvido do começo ao fim, sem pausa.
polifonia, coro...
mas já adianto: é pra ouvir no silêncio.
no mistério e escuro do silêncio.
a vida precisa desses momentos.como foi profundo esse homem.
como é hesitante, intensa e reticente a sua música.
é de sair da terra e ir pra algum outro planeta...
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28.12.11
das perseguições
já estou no quarto disco comprado, e basicamente todo ouvido.
isso é uma vitória.
mas com pat metheny, não tem como não ser.
eu demoro pra conseguir ouvir um álbum inteiro, mas depois de faze-lo, algumas músicas me perseguem, colam em mim.
essa é uma delas.
tanta, tanta beleza...
tenho várias outras.
fazia tempo que não postava música aqui.
tenho ouvido tantas, e falado menos, bem menos...
talvez seja essa a razão.
compartilho então, meu grude; um grude lindo:
isso é uma vitória.
mas com pat metheny, não tem como não ser.
eu demoro pra conseguir ouvir um álbum inteiro, mas depois de faze-lo, algumas músicas me perseguem, colam em mim.
essa é uma delas.
tanta, tanta beleza...
tenho várias outras.
fazia tempo que não postava música aqui.
tenho ouvido tantas, e falado menos, bem menos...
talvez seja essa a razão.
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28.11.11
caminhos cruzados - literatura
a gente passa pela saraiva e eu tampo os olhos.viro motivo de riso. mas tenho razão.
sim, entramos.
e eu, claro, que nada procuro, saio com uma sacola pesada e uma nota fiscal.
os acompanhantes que têm o que comprar, saem de mãos abanando e rindo de mim.
não consigo.
ainda mais se é érico.
abro o romance, e depois de três prefácios (incluindo o do antônio cândido, que é maravilhoso), leio o do próprio autor.
é um pouco longo, mas novamente, é érico sem fantasias, falando diretamente ao leitor.
ei-lo:
prefácio do autor:
Sim, eu abandonara o reino dos fantoches de papelão pintado para, conduzido por Clarissa, entrar pela porta da pensão de dona Zina no território das criaturas de carne e osso. Estava longe, porém, de achar que a mudança tivesse resolvido definitivamente o problema.
Relendo a primeira novela, alguns meses após a sua publicação, entrei em séria contenda comigo mesmo. A vida não era uma sucessão de momentos de beleza poética como a história daquela adolescente parecia insinuar. Além do mais - disse eu para mim mesmo - sinto dentro de você um poeta e um satirista em conflito permanente. Clarissa foi a oportunidade do poeta. Por que não dar no próximo livro carta branca ao satirista? As zonas sombrias da vida merecem também a atenção do pintor. Mude de técnica: use agora óleo em vez de aquarela. Empregue um pouco de vinagre para quebrar a adocicada fragrância de água-de-colônia que pervaga a atmosfera de Clarissa.
Naquele ano de 1934, minha luta econômica continuava encarniçada. Era eu obrigado a trabalhar cerca de doze horas por dia para fazer face às crescentes despesas mensais. Não deixava de ser-me penoso passar quase toda a semana a recalcar o desejo de escrever minhas próprias histórias para traduzir as alheias ou rabiscar da alma profana legendas para as gravuras da Revista do Globo.
Em 1933 iniciara eu a tradução do Point counterpoint, cuja leitura exercera grande fascínio sobre o meu espírito - e esse trabalho me ocupou a melhor parte de um ano. Agradava-me na obra de Aldous Huxley a novidade das vidas e intrigas cruzadas, a ausência de personagens centrais e a tentativa de dar ao romance uma estrutura musical.
É pois explicável que a influência de Contraponto se tenha feito sentir de maneira considerável na técnica de Caminhos Cruzados. Creio, entretanto, que essa influência não foi tão profunda como deram a entender os críticos brasileiros que se ocuparam com o meu novo romance. A semelhança é apenas de superfície. Parecem-se as receitas, mas diferem em natureza e qualidade os ingredientes que entraram na feitura do bolo. Deve-se ainda levar em conta que muitos dos críticos que insistiram na parecença entre os dois livros leram Point counterpoint através do texto português, no qual é explicável que se note um pouco da presença do tradutor.
Lembro-me de ter confiado um tanto timidamente a Dyonelio Machado o plano de Caminhos Cruzados no mesmo dia em que ele me narra a história de sua admirável novela Os Ratos. E foi encorajado pelo singular criador de Naziazeno que me atirei com entusiasmo ao segundo romance, terminando-o ao cabo de três ou quatro meses, nos quais como de costume só aproveitei os fins de semana.
Lá estava ainda o estilo staccato, como descargas de metralhadora. (Dezoito anos depois, ao apreciar a tradução inglesa de Caminhos Cruzados, o crítico William Dubois escreveria no suplemento literário de The New York Times: "É impossível descrever a qualidade elétrica do estilo deste escritor".)
Faz-se visível desde a primeira página do romance a pronunciada tendência de seu autor para a caricatura. O livro foge às descrições bizantinas, às sutilezas psicológicas, às cenas elaboradas. Suas histórias são objetivas e de pura ação (embora quase nunca de ações puras) -, uma sucessão enfim de quadros movimentados que resultam numa espécie de corte transversal duma sociedade.
Caminhos Cruzados é evidentemente um livro de protesto que marca a inconformidade do romancista ante as desigualdades, injustiças e absurdos da sociedade burguesa. Não é, pois, de admirar que seu autor tenha sido desde logo apontado por críticos e leitores primários como um agente da propaganda comunista.
O sucesso de crítica da presente obra, entretanto, foi bastante animador, embora o de venda no primeiro ano fosse apenas medíocre. O romance foi discutido com certo calor e a Fundação Graça Aranha conferiu-lhe em 1935 seu prêmio literário anual. O poeta que escrevera Clarissa estava um tanto perplexo em face do caricaturista que traçara a carvão e sarcasmo retratos como os de Dodó, Leitão Leiria e Armênio Albuquerque.
Entre a inocência menineira de Clarissa e a malícia de Chinita havia um abismo. Sim, João Benévolo tinha um pouco de Amaro, e Fernanda poderia tornar-se amiga e confidente de Clarissa, caso viessem um dia a encontrar-se.
Clarissa e Caminhos Cruzados não pareciam livros escritos pelo mesmo autor. Se no primeiro havia um exagero de luz, talvez houvesse no segundo um excesso de sombra. Para evitar as armadilhas da poesia e da ternura, o autor havia caído nos alçapões do cinismo e da impiedade.
Posso, entretanto, assegurar que escrevi ambos os livros com o mesmo gosto e a mesma espontaneidade. Os originais de Caminhos Cruzados - folhas de papel almaço cortadas ao meio - foram escritos a máquina, havendo entre suas linhas três espaços nos quais mais tarde fiz a mão correções e acréscimos. E como foram poucas essas emendas! Comparem-se os originais de meus livros com os dos três ou quatro últimos e se verá como o escritor na casa dos quarenta tem muito mais dúvidas, hesitações e exigências do que o da casa dos vinte.
Caminhos Cruzados saiu cheio de cincadas que não foram corrigidas nas suas muitas edições sucessivas, mas que tive o cuidado de eliminar (assim o creio) ao preparar os originais para esta edição especial.
Havia, por exemplo, no quarto de Salu, uma mancha retangular de sol que, à medida que a manhã envelhecia, se ia tornando mais longa, até cobrir o rosto da personagem adormecida. Ora, tal coisa era impossível, a não ser que o autor tivesse subvertido o sistema solar. Para que a língua de sol se espichasse em vez de diminuir, era preciso que o sol estivesse descendo e não subindo!
Que dizer das personagens?
Creio que têm a força e ao mesmo tempo a fraqueza da caricatura. É impossível - reconheço hoje - que dona Dodó não tivesse um lado simpático, ou antes, que sua psicologia fosse tão simplesmente linear como o livro dá a entender. O mesmo se poderia dizer de quase todas as outras figuras.
Mas, pensando melhor, não poderemos também alegar em defesa do romancista que a caricatura é uma tendência reconhecida e aceita da arte moderna, principalmente da pintura? Não haverá muito de deformação na obra de muitos pintores como Portinari, Di Cavalcanti e Segall - todos eles inconformados com a sociedade em que vivem?
Não creio que ninguém possa ser tão vago e fora deste mundo como Noel ou João Benévolo. Relendo Caminhos Cruzados, pergunto a mim mesmo se poderia tê-los feito de outro modo e se um maior cuidado de composição (como eu tinha pressa de me livrar de minhas histórias e personagens naqueles tempos!) não haverá deitado a perder o efeito geral do livro, sabido como é que nem sempre o quadro mais realizado é o que apresenta o luxo meticuloso de detalhes. De resto, não devemos esquecer que Caminhos Cruzados é uma espécie de mural pintado com pistola automática e não uma tela trabalhada com pincéis de miniaturista.
(O leitor deve ter notado a freqüência com que nestes prefácios invoco a pintura como ponto de referência. É que no fundo eu talvez seja um pintor frustrado que, não tendo conseguido aprender o ofício, hoje se contenta com pintar com palavras.)
Uma releitura de Caminhos Cruzados me convenceu de que nele tornei a cometei pecados de simplificação, dos quais, entretanto, não me arrependo, convencido como estou de que, apesar de todos os seus defeitos, o livro atingiu o objetivo visado pelo autor.
Jamais esquecerei a conversação que mantive em 1944 em Berkeley com Miss Monteith, professora do Departamento de Francês da grande universidade que tem sua sede naquela repousada cidade da Califórnia. Havia ela lido a tradução norte-americana de Caminhos Cruzados e me censurava por eu ter criado personagens sem nenhuma profundidade psicológica. Achava o livro cruel, frio e elementar. "Um romancista" - disse-me - "não deve apenas fotografar a vida, mas iluminá-la."
Mais tarde vim a saber que, conversando a meu respeito com uma terceira pessoa, Miss Monteith declarara:
"Mr. Verissimo tem uma alma, mas não sabe".
Talvez seja exatamente isso que acontece com a maioria das personagens de Caminhos Cruzados. E da vida real...
Erico Verissimo, 1964
clarissa foi quem me introduziu ao mestre.
como ele mesmo diz, pura poesia.
agora, começo caminhos cruzados.
vejamos como érico se sai como satirista....
:)
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5.8.11
tell her you saw me
assisti o dvd desse disco (secret story) agora nas férias, com meu primo márcio.
o dvd é ao vivo e não tem orquestra. só banda.
desde então, quis o álbum, pra ouvir tudo isso e mais a sinfônica de londres tocando.
comprei hoje.
...
ah! o álbum é do pat metheny!
ai...
3.8.11
quinquilharias
já há algum tempo, eu me propus a fazer algumas coleções mas nunca consegui levar uma adiante e realmente colecionar um bom volume de peças.
já tentei algumas, desde a adolescência: papel de carta (!!!!!), meias, chaveiros (essa não deu certo m-e-s-m-o, porque depois de perder tantas vezes a minha chave dentro da minha própria bolsa com chaveiros que eu amava, resolvi que não usaria penduricalho nenhum e minha chave seria "pura"...rs. assim, ela caberia no bolso da calça ou no compartimento de moedas da carteira. funcionou! nunca mais perdi!!) papéis de scrap book, velas, cadernos sem linha, canetas....etc.
todas fracassadas!
uma vergonha.
cheguei a pensar que essa coisa de colecionar é puro preciosismo inútil.
então, em 2008, quando fui pela primeira vez à europa, mais precisamente à cidade de praga para gravar as orquestrações do meu primeiro disco, minha mãe comprou, despretenciosamente, uma caneca de lembrança e me deu.
pronto. não precisou mais do que isso.
virou uma coleção significativa: canecas dos lugares por onde passo.
dessa última viagem, eu trouxe 9 canecas novas!!!
na volta, fiz uma conexão em londres mas não cheguei a sair do aeroporto. vi lindas canecas por lá, mas não comprei nenhuma (apesar de ter sido tentador!) porque não conheci a cidade! aeroporto não vale...rs!
enfim, estou dizendo isso tudo porque hoje visitei esse blog e vi fotos lindas de uma loja de porta-trecos na austrália.
e o que tinha lá de mais interessante?
canecas!
tenho que cuidar pra não virar vício, afinal, só se tem uma boca pra beber, né?
algumas coleções que pretendo fazer no futuro: canetas (voltarei a fazer essa), garrafas de vidro, papéis com textura....rs!
ps: o único post da viagem que faltou foi o de genebra. sei que já passou, eu já voltei pro brasil, mas num futuro próximo, eu posto as fotos aqui :)
31.5.11
brinquedinho
semana passada, comprei uma nova câmera fotográfica pra levar pra minha viagem de julho.
não, eu não vou aderir a moda e virar fotógrafa, e minha câmera nem é dessas mais chiques.
mas estou felicíssima com ela.
já era noite quando chegou às minhas mãos, portanto a iluminação era pobre. mas eu não aguentei e tirei umas fotozinhas em casa só pra testar.
eu ainda estou aprendendo a mexer nela, e vale lembrar que nenhuma das fotos foi tratada. isso é um passo adiante..rs!
bom dia :)
ps: clique em cada foto para vê-las em tamanho maior.
15.3.11
uma extravagância
bom, agora eu posso dizer de boca cheia que sou a mais nova ASSINANTE VIRTUAL da revista gramophone....rsrsrs!
hoje de manhã, estava dando uma olhadinha no site, vendo as novidades. percebi então, que existe a opção de ser um assinante virtual (já que a revista é inglesa).
olhei os exemplares desde o mês de novembro, e na edição de fevereiro em especial, que tem liszt como tema, eu não conseguia ler a matéria de capa porque não era assinante. e esse truque me pegou m-e-s-m-o.
assinei na hora!
que alegria, que alegria!
já li o exemplar de fevereiro quase todo!
agora é um ano de pura informação e mergulho nas novidades eruditas!!
não sei como não fiz isso antes...
:)
não sei como não fiz isso antes...
:)
ps: a edição da foto é a de abril, que faz um tributo à música de cinema. mais detalhes aqui.
7.3.11
"o triunfo da música"
minha mais nova aquisição.
passei na saraiva hoje e não resisti.
o subtítulo do livro: "a ascensão dos compositores, dos músicos e de sua arte."
foi escrito por tim blanning, professor de cambridge, especialista em história cultural. nessa obra, narrando as intempéries políticas e sociais da música ao longo de sua história, ele explica como a submissão e dependência que os músicos tinham do clero e da nobreza foram, lentamente, sendo substituídos pelo prestígio e poder das celebridades musicais da atualidade.
vou ler, depois conto....
mas a cara tá ótima :)
28.12.10
a casa do tom


comprar os presentes de natal dia 23 de dezembro tem suas vantagens: faz-se tudo com objetividade. não há tempo para meandros.
combina comigo.
numa passagem rápida pela saraiva ( e minhas passagens tem de ser rápidas sim, caso contrário, eu compro a loja inteira) já a caminho do caixa, eu me deparo com este belo documentário.
o ato de colocá-lo na cesta de compras foi quase mecânico, imediato. trata-se do registro mais fiel à essência desse músico brasileiro.
"quando nos mudamos para a casa nova, a única preocupação do tom era o piano"
(ana jobim)
o melhor presente de natal que eu poderia dar a mim mesma.
4.10.10
ah!!
como não mencionar!?!
cantei numa igreja em sp esse fds, e os queridos irmãos que me receberam foram sensíveis o suficiente pra conseguir me dar um presente que eu REALMENTE gostasse.
expressei essa vontade ingenuamente aqui.
agora ele está lá em casa, descansando, pronto pra ser devorado...
só bênçãos, viu???
obrigada, obrigada e obrigada aos queridos de pq. bristol ;)
e viva o blog!!
carrinho de compras
29.9.10
cambaio

tenho ouvido muito chico nesses esses tempos.
ouço o que ele canta, o que ele escreve, o que ele escreve pra outros cantarem.
mas na sua discografia, é preciso sublinhar com uma pena dourada o álbum "cambaio".
não é solo.
foi feito em parceria com edu lobo; e ainda gal costa, lenine e zizi possi resolveram contribuir com o projeto também. não tem como ser algo menos do que excelente!
eu ouço, e ouço.
o canto da zizi é um sonho. tão verdadeiro.
é disso que sinto falta na música em geral hoje em dia: verdade.
e tudo nesse disco é assim. a escrita, as interpretações, os arranjos, tudo!
é transparente, se eu posso assim, tentar descrever.
coloquei esse vídeo, só pra que se possa entender do que estou falando.
cantiga de acordar:
28.9.10
de ontem
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