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25.1.14

das coisas que nos inspiram a viver mais e melhor

título longo.

numa dessas manhãs passadas, acordei e percebi no twitter um "parabéns" do perfil do @SteinwayAndSons ao documentário "the lady in number 6" pela indicação ao oscar.

fui ler a respeito, e sinceramente, uma das coisas mais inspiradoras que já vi nos últimos tempos.

trata-se de um retrato da pianista mais velha do mundo, e também a mais velha sobrevivente do holocausto.

109 anos, e nesse trailer, toca a invenção a 2 vozes de bach n.8 com uma destreza incrível... faz até o toque que é típico do barroco.

ela também é só sorrisos. 
e reclama que todos a sua volta são tão sérios...

que inspiração.
que inspiração...


20.1.14

claudio abbado


morreu hoje aos 80 anos, o famosíssimo maestro italiano, que regeu a orquestra filarmônica de berlim (considerada a melhor do mundo) de 1990-2002! conhecido pela música refinada que produzia e seu vasto repertório sinfônico...

eu não tinha um sentimento forte sobre sua pessoa, mas reconheço sua competência musical e importância no mundo erudito...

aqui um artigo falando sobre sua morte, e abaixo, um vídeo de uma performance completa do requiem de mozart, que foi apresentado em salzburg em memória de 10 anos da morte do seu maestro antecessor e mentor na orquestra filarmônica de berlim: hebert von karayan (esse foi mais mito ainda, e muito mau também...rs)!

sugestão: assita a partir do minuto 0:45, que é o começo do benedictus, com um quarteto MA-RA-VI-LHO-SO! irretocável... e a regência emocionada de abbado no final é linda de assistir também!

6.5.13

"bloody daughter"

minha tia que mora na suíça veio passar uns dias conosco aqui nos eua, e em certo momento, me trouxe uma felicíssima novidade: "há um documentário novo sobre a martha, aquela pianista que você gosta. está passando nos cinemas lá na suíça.."!

eu nem fazia idéia.
no mesmo momento, obviamente, fui pesquisar a respeito.
e é melhor do que eu pensava.

sua filha mais nova, stéphanie argerich, é cineasta e resolveu fazer um longa metragem com formato de documentário sobre a mãe, e não sobre a pianista. a obra foi intitulada "bloody daughter".

martha tem três filhas, cada uma de um casamento. stéphanie é a mais nova, fruto do casamento com o não menos famoso pianista Stephen Kovacevich.

o interessante é que alguns já tentaram fazer documentários sobre a martha, com o intuito de expor a natureza reclusa e complexa da pianista, mas nunca deu certo...
ela fala, fala, fala, e parece que não deu pra conhecer nem 2% do que ela é realmente.
coisa engraçada essa...
dessa vez, a filha resolveu fazer a tentativa, construindo algo parecido com um retrato de família, que envolve as três filhas, os dramas de ser filha de artistas, e imagens coletadas ao longo da vida.
mesmo assim, eu ainda não acredito que dê pra conhecer tanto da martha... mas acho a tentativa válida: certamente será interessante esse novo olhar.

enfim, vou ter que esperar pra saber, porque no momento, o documentário está sendo exibido apenas na suíça, e não tem data marcada pra chegar aos estados unidos...

abaixo, uma entrevista com stéphanie argerich, e logo em seguida, o trailer do documentário (que está em francês, mas dá pra pegar o fio da meada :)


by Rodrigo Carrizo Couto, swissinfo.ch
January 24, 2013 - 11:00
Classical pianist Martha Argerich is the focus of an intimate documentary, Bloody Daughter, by her youngest child, Bern-born Stéphanie Argerich.
The Franco-Swiss production, which looks at the issue of reconciling motherhood and a career, is being shown for the first time in Switzerland at the Solothurn Film Festival, which runs until January 31.
Martha Argerich, considered a “goddess” by her daughter and the greatest living pianist by many others, is a Swiss citizen and performs every year at the Martha Argerich Project in Lugano.

swissinfo: Where did the idea for the film come from?

Stéphanie Argerich: I’ve been thinking about Bloody Daughter for about ten years. At the beginning I was following my mother alone on tour in Japan, Argentina and Poland. But I lost motivation working on my own and moved onto other things. After the birth of my first son I wanted to finish the film. My mother has always fascinated me as someone who really should be filmed.

swissinfo: So for you Martha Argerich is not a piano legend but simply your mum?

S.A.: Absolutely. During the filming I had to keep reminding myself that I didn’t see her the same way as the general public, and so I had to keep my distance in order to maintain a coherent narrative. My mother is such a complex person that it was really difficult in the editing to decide what to show and what to leave out.

martha e as três filhas, da esqueda para a direita: a mais velha, lyda chen, a filha do meio, annie dutoit, a própria marta e a diretora do filme e mais nova, stéphanie argerich.

swissinfo: Are you worried classical music fans may be disappointed by your film, as it doesn’t really talk about music?

S.A.: I don’t see why. If they admire my mother, they will be happy to discover other sides of her life. Some might be shocked to see Martha Argerich in pyjamas. But that’s their problem not mine! That’s how I’ve always known her.

martha, stephen kovacevich, e as filhas stéphanie e lyda.




swissinfo: In the film you say, ‘I’m the daughter of a goddess’. What did you mean?S.A.: 

It’s obviously supposed to be humorous. I hope viewers understand that. She is so unbelievably beautiful and talented. She has this magic about her which I truly believe in. It’s difficult to explain, but I believe there are people who are different, in their own category. My mother is one of those exceptional people.


swissinfo: But isn’t being the daughter of a goddess a burden – or does it help you?

S.A.: Both. On the one hand living with someone like my mother is deeply inspiring. But on the other, when I look at myself I wonder what I’m doing with my life. You can’t help comparing yourself to her. Since I was a young girl I have always realised that I could never achieve what she has. Growing up with that kind of burden is not easy when you are trying to build self-confidence.  At the same time she has a very magnetic, powerful personality which is difficult to detach yourself from. That requires a Herculean effort.


swissinfo: What did your mother think of the film?

S.A.: She says she is ugly and says uninteresting things, and she doesn’t like to see herself in pyjamas (laughs).


swissinfo: There is a very special moment in the film when we learn that your mother lost the custody of her first daughter, Lyda, as she was not capable of looking after her.

S.A.: Yes, it’s very powerful. The film title is not just about me. It’s also about Lyda to a certain extent. This is a taboo subject in our family. You could say the story of Lyda represents the goddess’s dark side


swissinfo: What nationality is your mother?

S.A.: She’s [Argentinian] but also a Swiss citizen and lives in Brussels. She doesn’t have strong ties to a particular country, whether it is Belgium, Switzerland or Argentina. She belongs to those people who have no clear roots. Her country is her music and the musicians.


swissinfo: But Switzerland was not just a footnote in her life…

S.A.: No, of course not. She was very happy in Switzerland. Her international career began when she won the Geneva International Music Competition [in 1957]. This made a big impression on her. She also lived here with her mother, and in Geneva she struck up a long-standing friendship with the Brazilian pianist Nelson Freire. When she looks back on her childhood here, she talks about her fascination with the security and sense of protection in Geneva – being able to leave your house and car doors open.

swissinfo: Do you think your mother is misunderstood in the music world?

S.A.: Perhaps. She is a rebel and has a very democratic view on life that doesn’t fit well with the rules of the musical world with its stars and privileges. During the Martha Argerich Project in Lugano, all the artists are paid the same. But obviously this egalitarian approach shocks promoters and music executives.

swissinfo: One of your mother’s strongest character traits is said to be her generosity.

S.A.: That’s true. She is a very generous mother in a musical profession in which generosity is often missing. She is so generous that she is often taken advantage of. She doesn’t know how to say no and is afraid of generating hostile reactions. Sometimes it’s easier for her to do what people ask and then move onto something else, so that people leave her in peace (laughs).
Rodrigo Carrizo Couto, swissinfo.ch
(Translated from Spanish by Simon Bradley)


9.4.13

eu estava lá!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

foi tudo registrado em fotos e palavras aqui.
agora eu achei o registro em imagens...

que dia...
que memória!

o fundo do mar

uma canção que sai do nosso corpo, do coração, da mão, da mente é quase tão nítida quanto uma foto no espelho, só que por dentro.

essa, em especial, foi um divisor de águas pra mim.
sou antes e depois dela.
porque foi nela que experimentei a verdade da liberdade.

queria que todo o mundo visse, soubesse, entendesse...
como não consigo, eu canto.

8.4.13

"the app you've been waiting for"...

sim.

eu, que escrevo a música a mão, ali no piano, apago as notas erradas, rasgo o papel ou danifico uma ou duas linhas da pauta com a falta de experiência provando não ter a habilidade de mozart de arrumar a grafia musical na cabeça antes de passar pro papel... e no fim das contas nunca transferindo nada pro computador.... sim! eu realmente estava esperando por esse app, que será lançado no segundo semestre desse ano de 2013.

escrever a mão digitalmente...
obrigada tecnologia, por atender aos mais lerdos.
sempre tive inveja daqueles que conseguiram manter a criatividade no mesmo nível mesmo com a transição do manuscrito (obrigatório) para o digital...

agora, a inveja acabou.
:)



22.2.13

a maturidade

poucos dias atrás, eu postava embasbacada sobre esse menino, yoav levanon, que me arrancou suspiros com sua música incrível aos 7 anos de idade.

fuçando, encontrei este outro vídeo.

aqui, ele se apresenta com um porte diferente, muito seguro, numa peça muito mais longa (um CONCERTO pra piano e orquestra), do alto dos seus 8 anos de muito amadurecimento!!

rs...

o incrível é que realmente, em 1 ano, como o som amadureceu... é fácil chegar a essa conclusão não só pela performance do concerto, mas em nível comparativo, é fica claro esse amadurecimento durante o bis, em que ele tocou o impromptu op. 29 n.1 de chopin: o mesmo que tocou nesse primeiro vídeo que postei!
os deslizes são mínimos, e mesmo quando eles ocorrem, yoav parece se enfurecer e faz da performance seguinte algo ainda mais surpreendente. tem muito mais alma e a peça já é mais "dele" do que antes...
de modo geral, ele tende a correr, tocar tudo mais rápido. não só porque ele pode, mas porque isso é típico da idade. nota-se bastante isso no terceiro movimento do concerto...
mas no segundo movimento, quase choro!
que alma, que alma...

segue aí, o concerto para piano e orquestra de joseph haydn em ré maior, por um menino de o-i-t-o anos de idade, que não simplesmente toca, interpreta!

12.2.13

não pode ser desta terra...

isso é sério.
C-O-M-O? 

rs...
yoav levanon, pianista de uma sensibilidade incrível, e de 7 anos de idade.

esse prodígio israelense levou a medalha de ouro na competição AADGT, e nesse vídeo, toca chopin como gente grande.

a música que ele faz é linda, mas mais bonito ainda é como ele se dá o devido tempo de entrar nela, ou de ouvi-la, antes de produzi-la. 
achei isso a melhor coisa do vídeo. 
que momento maravilhoso ele cria antes de tocar uma sequer nota.

assista!
assista mesmo!

a late quartet

a pérola sugerida pela minha mãe no sábado a noite.

um filme sobre um quarteto de cordas e suas duas facetas: a complicada obra escrita por beethoven nos últimos anos de sua vida (op.131) e dificílima de ser tocada, e os quarto instrumentistas, que por anos conviveram dentro da "selva" da música, lidando com a inveja, ambição, sensibilidade e personalidade de cada um.

pura sofisticação e verdade.
esse filme expressa e-xa-ta-men-te o que é o universo musical.
e cá pra nós, o título "a late quartet" é simplesmente genial!
recomendadíssimo.


grammys 2013


a festa suprema da música.
um luxo, como sempre...

não tenho tantos comentários sobre a ocasião em si...
só a ressalva de que adorei o vencedor da categoria "record of the year"... e CLARO, e i-men-sa alegria ao saber que a partir de agora, professores de música serão premiados!
que coisa linda esse reconhecimento. quem é professor sabe como são árduas as horas passadas numa sala de aula, e como pode ser desafiador tentar inspirar ao invés de só ensinar... mas é possível.

fica aqui meu abraço coletivo `a todos aqueles que se dedicam a essa tarefa bonita, e também aos diretores do grammy, que se sensibilizaram e reconhecem que por trás de todo bom músico, existe um excelente professor.

:) :) :)

história da música

um blog empoeirado...

esses dias, recebo essa pérola do rodrigo coelho no facebook.
muito obrigada!! realmente, tem tudo a ver com o blog...
a história da música todinha compilada num quadro branco, desenhada por mãos habilidosas!!

vale MUITO a pena assistir!!!!

ah! e assistindo o vídeo, eu lembrei de compositores que estudei na faculdade e nunca mais ouvi...
fui correndo pro meu arquivo HM (história da música) no computador pra ouvir coisas de palestrina, lully, purcell,  telemann...

para acessar o vídeo, copie e cole esse link:
http://www.facebook.com/video/embed?video_id=10151483595111414

enjoy :) :)

17.1.13

música e drama

ah, inglaterra, obrigada por seus festivais e incentivos `a arte, sempre tão pertinentes.

o anúncio da gramophone é que a bbc radio 3 vai promover concertos música barroca e drama (peças acontecendo durante a música) em locais essencialmente existentes desde o período barroco.

ou seja, se você estiver lá, mergulhará no pensamento do início do século xvii: ouvirá a música, verá o comportamento e a linguagem musical e estará num lugar desse período.

se isso tudo acontecesse, e o lugar fosse feio, eu ainda assim teria vontade de ir.

mas, ai...
olha isso!


não será só aí!
há mais cinco casarões desse que abrigarão esta temporada de eventos.
acontecerá de 3 a 31 de março de 2013.

suspiro...

2.1.13

pressa

ano sai, ano entra.
a cada um que começa, eu tenho mais pressa...

20.12.12

quando?


mais uma madrugada em claro.
segundo dia de férias no brasil, e o fuso ainda me maltrata...

vou aproveitar a ocasião pra falar de algo que muita gente tem me perguntado:

"e o disco novo? quando vem?"


pra quem me acompanha aqui no blog há mais tempo, não é novidade que pra mim, fazer disco é realmente um processo longo e minucioso.
foi assim no primeiro disco, e não acredito que será diferente no segundo, com a seguinte ressalva: eu espero, com todas as minhas forças que não demore tanto.
essa atenção `as minúcias nada tem a ver com demora.
no primeiro disco, houve uma série de circunstâncias que contribuíram para que este demorasse mais do que o normal para ser lançado.

não tenho previsão do lançamento do próximo.
entretanto, já comecei a trabalhar nesse novo disco há algum tempo.
compondo, recebendo canções aqui e ali, e entendendo o conceito do disco como um todo.

eu peço oração de todos aqueles que puderem/quiserem contribuir de alguma forma para que esse ministério continue...
não é fácil nem barato.

mas é possível segundo as misericórdias do Senhor.
Ele já me provou isso uma vez, e sei que continua comigo nessa caminhada...
afinal de contas, ela só existe pra espalhar a quem quiser ouvir sobre a Sua palavra e o Seu amor.

12.12.12

ubi caritas real

nos meus dias de universitária (escrevendo assim, parece que faz tanto tempo..rs), o coral do curso de música cantou o moteto ubi caritas et amor na versão do compositor maurice duruflé. (vale a pena clicar e ouvir)...
é linda, maravilhosa...

o belo casal real inglês, william e kate, além de popular, tem ótimo gosto musical, pois teve a felicidade de escolher essa canção, na versão do compositor galês paul mealor (que tem apenas 35 anos e é um monstro da composição!) para sua inesquecível cerimônia de casamento em 29 de abril de 2011. um comentarista disse que essa peça foi apresentada na universidade de st. andrews, onde os dois estudaram e se conheceram, e passou a ser uma favorita do casal.

ontem, encontrei o vídeo dessa performance no youtube e logo pensei em compartilhar aqui no blog.
que coisa linda, linda, linda, linda...

isso aqui é pra deitar, fechar os olhos e absorver cada nota...


:)

ps: esse é o primeiro post que faço de dentro do avião. internet nos aviões = :) :) :)

8.12.12

yo-yo ma

essa semana, vi e ouvi isso ao vivo.
tudo isso, exatamente como está no vídeo.

ele tocou a suíte nº 1, a 2 e a 3, inteirinhas...

fotos num próximo post... este foi feito com pressa.
depois de assimilar mais, quem sabe saberei falar mais.

fica aqui o som, que eu vou guardar pra muito...

26.11.12

ela no piano e a orquestra na cabeça

olha que interessante!

já ouviu alguém dizer que músico ouve coisas que o resto da população não ouve?
é verdade...não é só imaginação. é ouvir mesmo!

aqui, um exemplo interessante da pianista valentina lisitsa tocando parte do primeiro movimento do concerto n. 2 pra piano e orquestra de rachmaniov, e depois, a versão dela com a orquestra.

assistindo um outro documentário, ela conta que estava prestes a fazer uma gravação desse concerto com a london symphony orchestra, e antes do dia da gravação, resolveu gravar e postar esse primeiro vídeo no youtube pra que o regente da orquestra, michael francis, assistisse e entendesse sua interpretação e sua leitura da obra. ela conta que ouvia as partes da orquestra em sua mente, e então interpretava a sua parte solo...

achei incrível...

e essa estratégia funcionou muito bem!
o maestro compreendeu a sua linguagem e no dia da gravação, tudo fluiu melhor...

assista a versão com orquestra mental e a versão com orquestra real...rs!



(a qualidade desse tá meio ruim, mas dá pra ouvir bem :)

23.11.12

um achado!

já encontrei pedaços desse recital do nelson nos anos 80 perdidos pelo youtube. ouvi os trois nouvelles etudes (de chopin), a ballade n. 2 (de chopin tb)...
mas são flutuantes. vira e mexe saem do ar, talvez por direitos reservados...
não sei ao certo.

o que sei é que o vídeo da vez é esse, da ballada n. 3!

é incrível a identidade de um intérprete.
tinha acabado de assistir essa peça com um outro pianista tocando.
aqui vem a versão leve, descomplicada, perfumada...
fazer isso com chopin, só o nelson sabe.
e os franceses admitem! :)

deu vontade

o mundo pode durar 50.000 anos, e sempre haverá gravações novas das obras de chopin.
mesmas obras, diferentes intérpretes.

assisti esse vídeo hoje, e me pus a pensar: compro?
até que deu vontade...
venho acompanhando o trabalho dela há um tempinho...

e aí?
sim ou não?

16.11.12

o senhor do tempo

comprei um computador novo.
como não vendi o velho, demorei pra transferir arquivos, músicas e fotos de um pro outro.

hoje, organizei minhas músicas, e me deparei com esse disco, e essa canção...
que doce lembrança, que obra!