18.1.11
ferreira gullar
los lunes al sol

a quarta ballada
17.1.11
madrugada

amores expressos

14.1.11
um noturno para a noite
12.1.11
por onde anda ela?

puro capricho - será?

"Não há como escapar de interligação na experiência musical, mesmo quando os compositores tentam se isolar do mundo exterior ou controlar a reação a seus trabalhos. Talvez os compositores jamais se equiparem às suas contrapartes populares no impacto imediato, mas na liberdade de sua solidão podem comunicar experiências de intensidade singular. Desenvolvendo grandes trabalhos, empregando forças complexas, atravessando o espectro que vai do ruído ao silêncio, eles mostram a forma do que Claude Debussy chamou certa vez de um "país imaginário, o que significa que não pode ser localizado no mapa".(Alex Ross em O Resto é Ruído - Escutando a Música do Século XX)
•um dos três refúgios de composição de mahler11.1.11
a lista de schindler - música
9.1.11
estudo n. 9 de chopin

01. 12 Etudes, op.10 - No.1 (Allegro) C major
02. 12 Etudes, op.10 - No.2 (Allegro) A minor
03. 12 Etudes, op.10 - No.3 (Lento ma non troppo) E major
04. 12 Etudes, op.10 - No.4 (Presto) C sharp minor
05. 12 Etudes, op.10 - No.5 (Vivace) G flat major
06. 12 Etudes, op.10 - No.6 (Andante) E flat minor
07. 12 Etudes, op.10 - No.7 (Vivace) C major
08. 12 Etudes, op.10 - No.8 (Allegro) F major
09. 12 Etudes, op.10 - No.9 (Allegro molto agitato) F minor
10. 12 Etudes, op.10 - No.10 (Vivace assai) A flat major
11. 12 Etudes, op.10 - No.11 (Allegretto) E flat major
12. 12 Etudes, op.10 - No.12 (Allegro con fuoco) C minor
13. Barcarolle, op.60
14. Piano Sonata in B flat minor, op.35 - I. Grave - Doppio movimento
15. Piano Sonata in B flat minor, op.35 - II. Scherzo - Piu' lento - Tempo I
16. Piano Sonata in B flat minor, op.35 - III. Marche funebre (Lento)
17. Piano Sonata in B flat minor, op.35 - IV. Finale (Presto)
RIM - Reencontro Imperdível: fotos e algumas notas particulares

7.1.11
sem foto
das coisas mais lindas que alguém pode presenciar:

minhas belas manhãs de verão em nada se assemelham com esta cena.
6.1.11
5.1.11
sonata waldstein
"Between Haydn the explorer and adventurer, and Schubert the sleepwalker, I see both Mozart and Beethoven as architects. But how differently they build. From the beginning of a piece, Beethoven places stone upon stone , constructing and justifying his edifice as it were in accordance with the laws of statistics. Mozart, on the other hand, prefers to join together the most wonderful melodic ideas as prefabricated components."
contos de fadas

4.1.11
maragogi

29.12.10
a mazurka
ler, ouvir, escrever

olhei a hora: duas da manhã.
a noite foi cansativa, cantei, abracei..
e estou aqui acordadíssima.
a música me impede de dormir. é imperativa.
não sei se as horas da madrugada contém alguma magia, mas eu me sinto tanto mais musicalmente vulnerável dentro da noite profunda.
meu professor de história da música fez algo que mudou minha vida em termos de organização de aprendizagem musical durante o período da faculdade: entre outras coisas, dividiu em 3 categorias as atividades que os alunos deveriam realizar.
estas eram: ler, ouvir, escrever.
assim, à medida que avançávamos no estudo, obtínhamos uma sólida base de acúmulo de conteúdo (ler), contato efetivo com o produto da teoria (ouvir) e a oportunidade de produzir algo escrito acerca do que havia sido estudado (escrever) não só analisando a música em voga, mas emitindo nossas impressões sobre aquilo que havia sido absorvido.
que prática importante!
foi tão constante que, para mim, tornou-se um hábito que se perpetua, mesmo agora que já me formei.
porque a música é intrigante dentro ou fora da sala de aula.
a sede por entendê-la é o fator que nos leva a desenvolver os mais profundos níveis de sensibilidade e compreensão, que na maioria das vezes, sempre estiveram dentro de nós, ouvintes, perdidos em algum lugar.
esta compreensão torna o ato de “ouvir música” mais do que ter meramente um fundo musical enquanto se executa outra atividade qualquer.
dentro desta perspectiva, o ouvir é primordial, é o foco da concentração, como uma platéia contempla uma peça de teatro, ou assiste a um filme no cinema, reagindo ao drama, ao humor, à tragédia, ao medo, ao romance.
a música é tudo isso. mas sua mensagem é tão mais subjetiva que rapidamente elimina dos ouvintes preguiçosos o privilégio de compreendê-la. degustá-la própriamente exige atenção, e mais que isso, exige uma alma profunda, com possibilidades de expansão.
e é exatamente isso que me manteve com os olhos bem abertos até agora. e não só abertos, mas ora marejados, ora apertados. eu ainda fiz pausas, corri para o livro, li análises e descrições, voltei a ouvir, e o que já era “bonito” e profundo intuitivamente fez sentido teorica e estruturalmente. uma engenhosa arquitetura, tão complexa e tão bela.
não faz muito tempo, quando comecei a ensinar música, me deparei com uma grande fatia da sociedade que não sabe e nem quer aprender a ouvir música. esta tornou-se passatempo, e não arte. isso me perturbava profundamente. mas com o tempo foi que entendi que encontrava alunos avessos à música em geral, sobretudo a clássica, não porque ela seja desinteressante, mas porque não compreendiam suas nuances...
esse se tornou meu alvo e minha premissa: antes de qualquer outra coisa, a primeira lição é desvendar a arte de ouvir.
quando essa cortina se abre, a curiosidade se encarrega do resto.
foi exatamente o que aconteceu comigo.
esta noite, sem que eu percebesse, passei voluntariamente pelas 3 categorias do professor jetro.
apesar de não ser sobre a música que ouvi a pouco, este texto materializa a terceira delas :)
28.12.10
a casa do tom


1946

25.12.10
o presente do meu amigo secreto ;)

now, xmas!

22.12.10
primos segundos
;)
20.12.10
masterclasses?




























